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Vazamento na Brasil Bitcoin: hacker diz ter dados de 657 mil

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Um criminoso afirma ter dados de 657.547 clientes da corretora brasileira e ameaça divulgá-los. A empresa diz apurar a autenticidade do material e garante que fundos e senhas não foram afetados.

O suposto vazamento na Brasil Bitcoin veio à tona no sábado (10), quando a corretora foi vinculada a uma base com CPF, nome e outras informações de cerca de 657 mil investidores brasileiros. O incidente ainda não foi confirmado. Segundo a Livecoins, o autor pede um pagamento de resgate em um fórum da Dark Web.

A informação foi divulgada pelo perfil Dark Web Intelligence, que tem mais de 200 mil seguidores no X. De acordo com o perfil, o criminoso alega vender 657.547 registros e diz que os dados serão vazados caso a empresa não responda.

Quais dados estariam na base do vazamento na Brasil Bitcoin

Segundo o perfil, os campos listados pelo criminoso abrangem informações cadastrais e também o histórico de operações dos clientes.

🪪 Dados cadastrais

Nomes, CPF, e-mails, números de telefone e CEPs.

📊 Operações

Registros de negociações e transferências: moeda, valor, preço, taxas, lado da ordem, rede e destino.

🌐 Dados técnicos

Endereços, tipos de carteira, endereços IP e agentes de usuário.

O criminoso alega que a extração ocorreu em maio de 2026, por meio de uma conta jurídica corporativa da Brasil Bitcoin. Nada disso foi verificado de forma independente.

O que diz a corretora

Em nota enviada à Livecoins no domingo (11), a Brasil Bitcoin disse ter tomado conhecimento da publicação e acionado sua equipe de segurança da informação para checar a autenticidade e a extensão do material.

A empresa afirma que os dados citados não incluem senhas ou credenciais de autenticação. Também diz que não houve acesso aos fundos, que a custódia dos ativos não foi afetada e que a plataforma opera normalmente.

Publicação não prova autenticidade

Para a corretora, anúncios de supostas bases de dados são recorrentes em fóruns clandestinos e costumam mirar empresas de grande visibilidade. Ela ressalta que a divulgação, por si só, não comprova que o material seja real.

Se o conteúdo for confirmado, a empresa diz que prestará esclarecimentos e comunicará a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) e os titulares afetados, nos prazos da legislação vigente.

O que isso significa para quem investe no Brasil

Como a base citada reúne CPF, contatos e histórico de operações, o risco principal em caso de confirmação seria o uso dessas informações em golpes direcionados. A própria corretora recomenda usar apenas seus canais oficiais de atendimento.

A empresa também pede desconfiança com mensagens ou ligações que solicitem senhas, códigos de autenticação ou transferências a pretexto de proteger recursos, mesmo quando citem dados verdadeiros do cliente.

Leia também: como blindar suas criptomoedas contra roubos.

📝 Nota editorial

Até a publicação, não havia confirmação do vazamento. As informações sobre o conteúdo da base vêm do perfil Dark Web Intelligence e das alegações do criminoso. O KriptoHoje acompanha o caso.

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Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O KriptoHoje não é consultor de investimentos e não recomenda a compra, venda ou manutenção de qualquer ativo. Investimento em criptoativos envolve risco elevado de perda total.

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Este conteúdo é de caráter informativo e não constitui recomendação de investimento. Criptomoedas são ativos voláteis; consulte um profissional antes de investir.

Analista de suporte técnico da KriptoBR. Trabalha com configuração de carteiras de hardware e diagnóstico de problemas de autocustódia relatados por clientes.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Marcio Fagundes
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Trabalha com configuração de carteiras de hardware e diagnóstico de problemas de autocustódia relatados por clientes.

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