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Visa busca novo parceiro de stablecoin após venda da BVNK

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A Visa retoma a busca por um parceiro estratégico no mercado de stablecoins depois da venda da fintech BVNK, reforçando o interesse das grandes instituições financeiras nos ativos digitais atrelados a moedas tradicionais.

A Visa, uma das maiores redes de pagamentos do mundo, está à procura de um novo parceiro especializado em stablecoins — as criptomoedas cujo valor é atrelado a ativos estáveis, como o dólar americano. A movimentação ocorre após a saída da BVNK, fintech britânica focada em pagamentos com ativos digitais, que foi vendida recentemente.

Segundo a Yahoo Finance, a Visa teria mantido uma relação próxima com a BVNK como parte de sua estratégia de expansão no universo cripto. Com o encerramento dessa parceria, a empresa passa a avaliar outras plataformas que possam integrar stablecoins à sua extensa rede de pagamentos globais.

Se você ainda não conhece o universo das criptomoedas, vale conferir este guia completo de criptomoedas para entender os conceitos básicos antes de acompanhar os movimentos das grandes corporações nesse mercado.

O que são stablecoins e por que a Visa se interessa por elas?

Stablecoins são criptomoedas projetadas para manter um valor constante, geralmente indexadas ao dólar americano ou a outros ativos de referência. As mais conhecidas incluem USDT (Tether) e USDC (USD Coin). Diferentemente do Bitcoin ou do Ether, elas não oscilam de forma abrupta — o que as torna atraentes para transações comerciais e transferências internacionais.

Para uma empresa como a Visa, que processa bilhões de transações por dia ao redor do mundo, a integração com stablecoins representa uma forma de modernizar seus serviços, reduzir custos em remessas internacionais e acessar mercados onde a infraestrutura bancária tradicional ainda é limitada.

💳 Pagamentos globais mais ágeis

Stablecoins permitem liquidação quase imediata de pagamentos entre países, sem depender de bancos intermediários e com custos potencialmente menores.

🌍 Acesso a mercados emergentes

Em regiões com bancarização limitada, stablecoins em dólar podem ser usadas diretamente via aplicativos, ampliando o alcance de redes como a Visa.

🏦 Pressão da concorrência

Fintechs e novos players de pagamentos já operam com stablecoins. Grandes redes precisam acompanhar o ritmo para não perder relevância no setor.

⚖️ Cenário regulatório em evolução

Estados Unidos e União Europeia avançam em marcos regulatórios para stablecoins, o que pode abrir espaço para adoção institucional em larga escala.

O que aconteceu com a BVNK?

A BVNK é uma fintech sediada no Reino Unido que atua na interseção entre pagamentos tradicionais e ativos digitais, oferecendo infraestrutura para empresas que querem movimentar stablecoins em escala. A empresa atraiu atenção do mercado por facilitar transações em cripto para clientes corporativos ao redor do mundo.

Com a venda da BVNK, a Visa perdeu um elo estratégico nesse ecossistema e agora avalia alternativas para manter sua presença ativa no segmento. A identidade do potencial novo parceiro ainda não foi revelada publicamente.

Contexto: institucional de olho em cripto

A movimentação da Visa não é isolada. Nos últimos anos, bancos, administradoras de cartão e gestoras de ativos ao redor do mundo têm ampliado suas apostas em infraestrutura cripto — seja via parcerias, aquisições ou desenvolvimento interno. Stablecoins, por sua estabilidade de preço, costumam ser o ponto de entrada preferido dessas instituições.

📰 Fonte

As informações deste artigo são baseadas em reportagem publicada pela Yahoo Finance, que noticiou a busca da Visa por um novo parceiro no segmento de stablecoins após a venda da BVNK. O KriptoHoje reescreveu e contextualizou o conteúdo para o público brasileiro.

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Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atua no atendimento a clientes de carteiras de hardware e acompanha incidentes de segurança que afetam usuários finais.
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Beatriz Pacheco
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atua no atendimento a clientes de carteiras de hardware e acompanha incidentes de segurança que afetam usuários finais.

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