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Banco Central adia reporte de cripto no câmbio

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O Banco Central do Brasil postergou o prazo para que instituições financeiras comecem a reportar operações com criptomoedas no mercado de câmbio, agora previsto para novembro de 2025.

O Banco Central do Brasil (BCB) anunciou o adiamento do início obrigatório do reporte de operações envolvendo criptomoedas no mercado de câmbio. A medida, que estava prevista para entrar em vigor em data anterior, foi postergada para novembro de 2025, dando mais tempo para que bancos e demais instituições autorizadas se adaptem às novas exigências regulatórias.

Além do adiamento, a autoridade monetária também promoveu uma ampliação das regras aplicáveis a contas em moeda estrangeira mantidas no Brasil. As mudanças fazem parte de um conjunto de ajustes normativos que o BCB vem implementando para aprimorar a supervisão do fluxo de capitais digitais que transitam pelo sistema financeiro nacional.

Segundo o Portal do Bitcoin, a decisão foi formalizada pelo Banco Central em comunicado oficial, sinalizando que a autarquia reconhece a necessidade de um período de adaptação mais amplo para o setor antes de tornar o reporte compulsório.

📅 Novo prazo

O reporte obrigatório de operações com criptomoedas no câmbio foi adiado para novembro de 2025, ampliando o período de adaptação das instituições financeiras.

🏦 Contas em moeda estrangeira

O BCB também ampliou o escopo das regras para contas em moeda estrangeira mantidas no Brasil, reforçando o controle sobre o fluxo de capitais digitais.

📋 Adaptação regulatória

A postergação indica que o regulador está alinhando o cronograma às capacidades operacionais do setor, evitando descumprimentos por falta de preparo técnico.

🔍 Supervisão ampliada

A iniciativa integra um movimento mais amplo do BCB de incrementar a fiscalização sobre ativos digitais que circulam pelo sistema financeiro regulado brasileiro.

O que muda para bancos e exchanges?

Com a nova regulamentação, instituições financeiras autorizadas a operar no mercado de câmbio — incluindo bancos tradicionais e corretoras de criptomoedas habilitadas — deverão enviar ao Banco Central informações detalhadas sobre transações que envolvam ativos digitais e movimentações cambiais. O objetivo é dar mais transparência ao fluxo de recursos entre o mercado cripto e o sistema financeiro convencional.

Para os usuários finais, a medida reforça a importância de manter registros claros de todas as operações realizadas com criptomoedas, especialmente aquelas que envolvem conversão para moeda estrangeira ou remessas internacionais. A conformidade fiscal e cambial torna-se cada vez mais central no ecossistema de ativos digitais no Brasil.

Leia tambem: guia completo de criptomoedas.

Contexto: regulação cripto avança no Brasil

O Brasil vem estruturando progressivamente seu arcabouço regulatório para criptomoedas. Desde a aprovação do Marco Legal dos Criptoativos (Lei 14.478/2022), o Banco Central e a CVM têm editado normas complementares para disciplinar a atuação de exchanges, a tributação de ganhos e agora o reporte cambial de operações com ativos digitais. O adiamento para novembro sinaliza cautela regulatória, não recuo.

📰 Fonte

As informações desta reportagem são baseadas em publicação do Portal do Bitcoin, veículo de referência em cobertura do mercado de criptomoedas no Brasil. A íntegra pode ser acessada no site do Portal do Bitcoin.

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CEO da KriptoBR, Revenda oficial de carteiras de hardware no Brasil. Acompanha a evolução regulatória do setor de criptoativos no país e seus efeitos práticos sobre quem guarda os próprios ativos.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Jefferson Rondolfo
CEO da KriptoBR, Revenda oficial de carteiras de hardware no Brasil. Acompanha a evolução regulatória do setor de criptoativos no país e seus efeitos práticos sobre quem guarda os próprios ativos.

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