Documento de trabalho do FMI avalia que stablecoins atreladas ao dólar trazem benefícios de acesso cambial, mas representam risco sistêmico em economias vulneráveis.
O Banco Central do Brasil adiou a exigência de reporte de operações de câmbio envolvendo criptoativos. A obrigação, prevista para maio, só valerá a partir de novembro.
Resistência ao uso de stablecoins em câmbio eleva custos operacionais e afasta empresas da infraestrutura financeira digital que já movimenta bilhões pelo mundo.
O Banco Central do Brasil restringiu o uso de criptoativos como forma de liquidação no eFX, o sistema regulado de câmbio eletrônico, em meio ao crescimento das stablecoins no país.
O Banco Central vedou o uso de criptoativos por prestadores do eFX em pagamentos internacionais. A restrição não se aplica a investidores pessoas físicas.