O projeto de lei brasileiro sobre stablecoins avança em pontos como reservas auditáveis, mas ainda enfrenta críticas por restringir transferências entre pessoas.
A Tether concluiu sua primeira auditoria financeira completa com parecer limpo da KPMG, revelando que suas reservas superaram os passivos em US$ 6,8 bilhões.
O protocolo Aave propôs a deprecação de 75 reservas e seis implantações, impactando cerca de US$ 98,1 milhões em ativos e US$ 15,6 milhões em dívidas ativas.
Se investidores sacarem em massa de uma grande stablecoin, a venda forçada de ativos de reserva pode gerar ondas de choque em mercados muito além do cripto.
A gigante de gestão de ativos Fidelity criou um fundo de mercado monetário exclusivo para emissores de stablecoins, seguindo as diretrizes do GENIUS Act americano.
A BlackRock estrutura fundos de mercado monetário tokenizados para lastrear reservas de stablecoins, trazendo eficiência mas também riscos de centralização ao mercado.
Quase 100 mil BTC deixaram as principais exchanges globais, levando as reservas ao menor nível em dois anos e comprimindo a oferta líquida disponível no mercado.
A emissora da stablecoin USDT divulgou resultados expressivos no 1º tri de 2025, com reservas excedentes em recorde e US$ 141 bi em títulos do Tesouro americano.