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Tether investe R$ 100 milhões em corretora brasileira

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A emissora da stablecoin USDT desembarca no mercado brasileiro com um aporte expressivo, sinalizando interesse crescente de gigantes globais no ecossistema cripto do país.

A Tether, empresa responsável pela emissão da stablecoin USDT — a mais negociada do mundo —, confirmou um investimento de mais de R$ 100 milhões em uma corretora brasileira de criptomoedas. A operação marca a entrada direta da companhia no mercado nacional e representa um dos maiores aportes estrangeiros recentes no setor cripto do Brasil.

Segundo a Exame, este aporte corresponde ao primeiro fechamento de uma rodada maior, que ainda deve receber participação dos fundadores do Mercado Bitcoin — uma das maiores corretoras da América Latina — e do conglomerado japonês SoftBank, conhecido por suas apostas de alto volume em startups de tecnologia ao redor do mundo.

A movimentação reforça o apetite de players globais pelo Brasil, país que figura entre os maiores mercados de adoção de criptoativos do mundo. Com uma base crescente de investidores pessoas físicas e regulamentação em amadurecimento, o ambiente se torna progressivamente atrativo para capitais internacionais.

O que significa esse aporte para o mercado brasileiro

A Tether não é apenas uma empresa emissora de stablecoin. Nos últimos anos, a companhia passou a atuar como investidora estratégica em infraestrutura cripto ao redor do mundo, ampliando sua presença além da emissão do USDT. O aporte no Brasil segue essa lógica de expansão de influência para mercados emergentes com alto potencial de crescimento.

🏦 Investidora: Tether

Emissora do USDT, a stablecoin de maior volume negociado no mundo, com presença em dezenas de blockchains, incluindo Ethereum.

💰 Volume do aporte

Mais de R$ 100 milhões no primeiro fechamento. A rodada total ainda deve crescer com a entrada de outros investidores estratégicos.

🤝 Co-investidores esperados

Fundadores do Mercado Bitcoin e o SoftBank devem integrar os próximos fechamentos desta rodada de captação.

🇧🇷 Contexto nacional

O Brasil é um dos maiores mercados de cripto do mundo em número de usuários, com regulamentação avançando sob supervisão do Banco Central.

A conexão com o Ethereum e as stablecoins

Grande parte das operações com USDT no Brasil transita pela rede Ethereum, que ainda concentra volume significativo de transações com stablecoins. A presença da Tether no ecossistema local deve impulsionar ainda mais o uso de ativos baseados nessa blockchain por corretoras, exchanges e usuários finais brasileiros.

Para quem deseja entender melhor como funciona a infraestrutura por trás dessas operações, o guia completo de Ethereum da KriptoBR explica desde os conceitos básicos até o funcionamento dos contratos inteligentes que sustentam as stablecoins.

Por que a Tether olha para o Brasil?

O Brasil possui mais de 10 milhões de declarantes de criptoativos à Receita Federal, segundo dados de 2024. O mercado local movimenta bilhões de reais mensalmente em stablecoins — e o USDT lidera esse volume. Investir em infraestrutura local é, para a Tether, uma forma de consolidar a capilaridade da stablecoin em um dos mercados que mais cresce no mundo emergente.

📰 Nota editorial

As informações sobre o aporte foram publicadas originalmente pela Exame. O KriptoHoje reapurou e contextualizou os dados para o leitor brasileiro. Detalhes adicionais sobre a corretora investida e os próximos fechamentos da rodada não foram divulgados publicamente até o momento da publicação desta matéria.

Importante: não damos recomendação de investimento

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O KriptoHoje não é consultor de investimentos e não recomenda a compra, venda ou manutenção de qualquer ativo. Investimento em criptoativos envolve risco elevado de perda total.

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Este conteúdo é de caráter informativo e não constitui recomendação de investimento. Criptomoedas são ativos voláteis; consulte um profissional antes de investir.

Analista de suporte técnico da KriptoBR. Especializada em orientação a novos usuários de autocustódia e em prevenção a golpes envolvendo criptoativos.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Amanda Gomes
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Especializada em orientação a novos usuários de autocustódia e em prevenção a golpes envolvendo criptoativos.

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